sábado, 3 de dezembro de 2016

FINAL DE ANO

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Datas :  24/12  ( sábado)  não haverá evento na igreja,

             25/12 (domingo)  Não haverá aula da EBD.     Mas a noite haverá culto normalmente.

             31/12 (sábado)- Vigília e Confraternização na igreja   - horário será divulgado ainda.

             01/01/2017 (domingo)-  Não Haverá EBD.
Teremos á noite o primeiro culto do ano de 2017  ás 19h30min

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Jesus é Deus ou um Anjo?

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Pergunta: “Em seu livro As Profecias de Zacarias – Visões de um Novo Tempo li que Jesus Cristo é o anjo do Senhor que estava parado entre as murtas (Zc 1.8-1). No livro Os Fatos Sobre as Testemunhas de Jeová, consta na pergunta “Quem é Jesus para as Testemunhas de Jeová?” (a partir da página 24), que as TJs ensinam que Jesus Cristo é o arcanjo Miguel, portanto, também um anjo. Em Mateus 1.24 está escrito: “E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor (portanto, Jesus) lhe ordenara”. Em Mateus 2.13 lemos: “E, havendo eles se retirado, eis que um anjo do Senhor (portanto, Jesus) apareceu a José em sonho...” Em Mateus 2.19: “Mas tendo morrido Herodes, eis que um anjo do Senhor (portanto, Jesus) apareceu em sonho...”. Em João 1.1 está escrito: “No princípio era o Verbo (Jesus), e o Verbo (Jesus) estava com Deus, e o Verbo(Jesus) era Deus”. Então, Jesus era Deus ou um anjo?”.
Resposta: Fica claro, a partir dos respectivos contextos dos trechos bíblicos, qual é o significado. Na maioria das traduções esse anjo não é chamado simplesmente de um anjo do Senhor, mas o anjo do Senhor. Além do mais, esse mensageiro fala muitas vezes com uma autoridade tal, que somente Deus possui. Assim é que, por exemplo, Êxodo 3.2,5-6 relata: “E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça. Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia; ... Prosseguiu Deus: Não te chegues para cá; tira os sapatos dos pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus” (compare com Jz 2.1; Jz 6.22-24, etc.). Quando investigamos os trechos bíblicos que falam do anjo do Senhor, descobrimos o seguinte:
  • Ele é percebido como Deus.
  • Ele fala na qualidade de Deus.
  • Ele ordena coisas por autoridade própria.
  • Ele perdoa pecados.
  • Ele age como juiz.
  • Ele recebe adoração.
  • Ele consola.
  • Ele dá promessas.
O homem entre as murtas parece, portanto, ter essa autoridade (Zc 1.8-11).
No caso do arcanjo Miguel, o nome já dá a entender que não se pode tratar de Jesus. Miguel é diferente de Jesus, o que também ocorre com o anjo mensageiro Gabriel.      A José apareceu, aparentemente, o anjo Gabriel. Isso fica evidente pela relação com outros trechos (Lc 1.19, 26). Assim como Miguel não é Jesus, Gabriel também não é Jesus. Miguel é descrito como o anjo que intercede pelos filhos de Israel (Dn 12.1), além do mais, ele é “um dos primeiros príncipes”, e não o primeiro (Dn 10.13). Gabriel é um anjo que assiste diante de Deus, que é especialmente usado para receber ordens e transmitir mensagens (Dn 8.16-17; Lc 1.19,26).
Os outros anjos mencionados por você são chamados “um anjo do Senhor”, mas não “anjo do Senhor”. (Norbert Lieth).
Fonte:  chamada.com.br  acesso 03/11/2016




terça-feira, 1 de novembro de 2016

O que a Bíblia diz sobre os finados?


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2 de novembro é o dia de finados, um termo mais suave para mortos. O que a Bíblia, a Palavra de Deus, diz a respeito dos finados? Um texto claro e objetivo sobre eles é Hebreus 9.27,28: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. De acordo com essa passagem do Novo Testamento, está ordenado que os seres humanos morram uma vez e compareçam ante o Justo Juiz. Mas isso não quer dizer que, imediatamente após a morte, as pessoas são levadas a um julgamento.

O que acontece com os finados entre a morte e o Juízo Final? 

Embora a vida após a morte ainda seja um mistério, a Palavra de Deus nos apresenta detalhes importantes a respeito desse estado intermediário. Todas as pessoas, ao morrerem — sejam as salvas em Cristo, sejam as perdidas por rejeitarem ao Salvador (cf. Jo 3.16) —, ficam sob o controle de Deus (Ec 12.7; Mt 10.28; Lc 23.46). Os salvos em Cristo são levados ao Paraíso, no Céu (Fp 1.23; 2 Co 5.8; 1 Pe 3.22). E os perdidos, ímpios, vão para o Hades (hb. “sheol”), que não é a sepultura, e sim um lugar de tormentos (Sl 139.8; Pv 15.24; Lc 16.23).

Nos tempos do Antigo Testamento, Paraíso e Hades ficavam numa mesma região.
 E eram separados por um abismo intransponível (Lc 16.19-31). Ao morrer, o Senhor Jesus desceu em espírito a essa região e transportou de lá os salvos para o terceiro Céu (cf. Mt 16.18, Lc 23.43, Ef 4.8,9; 2 Co 12.1-4). Quanto aos ímpios, permanecem no Hades (uma espécie de antessala do Inferno), o qual não deixa de ser “um inferno”, um lugar de tormentos para a alma (Lc 16.23). Conquanto, em algumas passagens da Bíblia, o vocábulo grego “hades” tenha sido traduzido para “inferno”, o Hades e o Inferno final não são o mesmo lugar. O Inferno final é chamado de Lago de Fogo (Ap 20.14,15 [gr. “limnem ton puros”]); de “fogo eterno” (Mt 25.41 [gr. “pur to aiõnion”]); de “tormento eterno” (Mt 25.46 [gr. “kolasin aiõnion”]); e de Geena (Mt 5.22; 10.28; Lc12.5).

Diferentemente do Hades, o Inferno final está vazio. Ele começará a ser povoado quando Cristo voltar em poder e grande glória e lançar o Anticristo e o Falso Profeta no Geena, inaugurando-o (Zc 14.4; Ap 19.20). Em seguida, os condenados do Julgamento das Nações irão para “o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”, “o tormento eterno” (Mt 25.41,46). Mais tarde, será a vez do Diabo e seus anjos conhecerem o lugar para eles preparado (Ap 20.10). E, finalmente, após o Juízo Final, todos os ímpios estarão reunidos no Inferno final (Ap 20.15; 21.8).

Em Apocalipse 20.13 está escrito que o mar dará os mortos que nele há. E Jesus também afirmou que “vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz” (Jo 5.28). Onde quer que estiverem, os pecadores ressuscitarão para comparecer diante do Trono Branco. Segundo a Palavra de Deus, a morte (gr. “thanatos”) e o inferno (gr. “hades”) darão os seus mortos, os quais, após o Juízo Final, serão lançados no Lago de Fogo. O vocábulo “morte”, em Apocalipse 20.13,14, tem sentido figurado. Trata-se de uma metonímia — figura de linguagem expressa pelo emprego da causa pelo efeito ou do símbolo pela realidade —, numa alusão a todos os corpos de ímpios, oriundos de todas as partes da Terra, seja qual for a condição deles. Há pessoas cujos corpos foram cremados; outras morreram em decorrência de grandes explosões, etc. Todas terão os seus corpos reconstituídos para que, em seu estado tríplice (pleno), espírito + alma + corpo (cf. 1 Ts 5.23), compareçam perante o Juiz.

Entretanto, para que os ímpios compareçam ao Juízo Final em seu estado pleno, acontecerá a reunião de espírito, alma e corpo, os quais se separam na morte. Daí a menção de que “a morte” e também “o inferno” darão os seus mortos (Ap 20.13). Aqui, “inferno” é “hades”, também empregado de forma metonímica. A “morte” dará o corpo. E o “Hades”, a parte que não está neste mundo físico, isto é, a alma (na verdade, alma + espírito). Com base no que foi dito acima, podemos entender melhor a frase “a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” (Ap 20.14). Isso denota que os corpos e as almas dos perdidos — que saíram do lugar onde estavam e foram reunidos na “segunda ressurreição”, a da condenação (Jo 5.29b) —, depois de ouvirem a sentença do Justo Juiz, serão lançados no Inferno propriamente dito, o Lago de Fogo.

Segue-se que a frase “a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” tem uma correlação com o que Jesus disse em Mateus 10.28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno [“geena”] tanto a alma como o corpo” (ARA). Ou seja, as almas (“o Hades”) e os corpos (“a morte”) serão lançados no Geena. E quanto aos que têm morrido salvos, em Cristo? Graças a Deus, nenhuma condenação há para eles (Rm 8.1). Serão julgados também, é evidente, logo após o Arrebatamento da Igreja, mas apenas para efeito de galardão (Rm 14.10; Ap 22.12). Depois da ressurreição dos que morreram em Cristo, nunca mais haverá morte, o último inimigo a ser vencido (1 Co 15.26).

Apesar de já se encontrarem na presença de Deus, os salvos mortos em Cristo ainda não estão desfrutando do gozo pleno preparado para eles. Isso só acontecerá depois da ressurreição (1 Co 15.51). Seu estado agora é similar ao daqueles mártires que morrerão na Grande Tribulação (Ap 6.9-11). Esta passagem e a de Lucas 16.25 indicam que, no Paraíso, os salvos são consolados, repousam, estão conscientes e se lembram do que aconteceu na Terra (Ap 14.13). Contudo, após o Arrebatamento, estarão — no sentido pleno — “sempre com o Senhor” (1 Ts 4.17).

Em 1 Tessalonicenses 3.13 está escrito: “que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, com todos os seus santos”. Isso significa que os santos, de todas as épocas, que estão com o Senhor, no Paraíso, virão com Ele, no Arrebatamento da Igreja. Como assim? O espírito e a alma (ou espírito + alma) deles se juntarão aos seus corpos, na Terra, para a ressurreição, num abrir e fechar de olhos (1 Co 15.50-52). Consolemo-nos com essas palavras (1 Ts 4.18). Aleluia! “Ora, vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).

Autor :  Pr. Ciro Sanches Zibordi,  fonte   :  http://cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/apologetica-crista/108/o-que-a-biblia-diz-sobre-os-finados.html   acesso em 01/11/2016

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Reforma Protestante 499 anos


497 anos da Reforma Protestante
Dia 31 de outubro de 1517 foi a data escolhida por Martinho Lutero para divulgar suas 95 teses contra o papa e a Igreja Católica. Era o início da Reforma Protestante, que gerou o movimento evangélico. Já leu as teses? Leia aqui.
Pregadas na porta da Catedral da cidade Wittenberg, Alemanha, os argumentos do ex-monge Lutero não pediam que a Igreja se dividisse, mas que passasse por uma reforma teológica, abandonando práticas que contrariavam as Escrituras Sagradas. Rejeitadas pelo Vaticano, foram o início do que seria mais tarde a Igreja Luterana.
Entre as propostas de Lutero estava a de traduzir a Bíblia para que todos pudessem conhecer a Palavra de Deus. Até então isso era privilégio do clero. Foi uma verdadeira revolução no cristianismo. Lutero baseava-se em “5 pilares” que são usados até hoje para definir a fé protestante: “Somente a Escritura, somente a Fé, somente a Graça, somente Cristo e Glória somente a Deus”.
Os ideais se espalharam pela Europa e encontraram eco em vários movimentos similares. Essa é a raiz das igrejas evangélicas que se espalham por todo o mundo até hoje. Embora pouco divulgada pelas igrejas no Brasil, o fato é que a Reforma ajudou a mudar a história.
Prestes a completar cinco séculos, a Reforma continua inspirando milhares de cristãos no mundo inteiro. Em 2012, foi lançada pelo evangélico Orley José da Silva a campanha “500 anos de Reforma, 100 milhões de evangélicos no Brasil”.
Segundo Orley, o número de evangélicos no Brasil hoje gira em torno de 50 milhões. Sua proposta é que cada crente do país se esforce para “evangelizar uma pessoa não cristã, levá-la a decidir-se por Cristo e a discipular” até 31 de outubro de 2017. Assim, no aniversário de 500 anos da Reforma teremos 100 milhões de evangélicos no Brasil. “É claro que somente isto não basta, precisamos urgentemente de um reavivamento bíblico, que reflita profundamente na espiritualidade, na moral e na ética, primeiro da igreja e depois da sociedade”, esclarece.
Fonte:   cpadnews.com.br   acessado em 28/10/2016

Halloween não é brincadeira



Muita gente não sabe, mas o Dia das Bruxas, o Samhain ou Halloween, Ano Novo céltico (31 de outubro), tem uma conexão com o Dia de Todos os Santos da Igreja Católica Romana. Este era originalmente celebrado em maio, e não no primeiro dia de novembro.


No ano 608, o imperador romano Focas apaziguou o populacho dos territórios pagãos recentemente conquistados, permitindo-lhe combinar o antigo ritual de Samhain com o Dia de Todos os Santos. E, assim, o panteão de Roma, templo edificado para a adoração de uma multiplicidade de deuses, foi transformado em igreja.

Foram os imigrantes europeus, especialmente os irlandeses, que introduziram o Halloween nos Estados Unidos. Hoje, o Dia das Bruxas é muito importante para os lojistas, inclusive no Brasil. Salém, em Massachusetts (Estados Unidos), é a sede da bruxaria norte-americana. Ali celebra-se, na época do Halloween, o Festival da Assombração, para expandir a temporada turística de verão.

Tudo parece uma grande brincadeira, mas — conscientemente ou não — os participantes dessa festa estão se envolvendo com o ocultismo e o satanismo. Por outro lado, algumas denominações evangélicas, além de realizarem festas similares às juninas (o que já é um absurdo), estão promovendo também, no fim de outubro, uma espécie de Halloween, decorando o ambiente com abóboras, etc. Elas alteram o nome da brincadeira satânica para Jesusween ou Elohin!

Aos pastores destas igrejas quero apresentar um motivo melhor para festejar. Em vez de comemorarem o Dia das Bruxas, os pastores que se prezam deveriam se lembrar da Reforma Protestante. Na manhã de 31 de outubro de 1517, véspera do Dia de Todos os Santos, Martinho Lutero — sacerdote romanista, professor de teologia e filho de um minerador bem-sucedido — começou a questionar de modo mais contundente a Igreja Católica e a atacar a autoridade do papa.

Lutero, então, afixou na porta da Catedral de Wittenberg (pronuncia-se vitemberk) um pergaminho que continha 95 declarações. Estas, conhecidas como teses, eram quase todas relacionadas com a venda de indulgências (pacotes caros pagos pelo perdão, inclusive das pessoas que já haviam partido para a eternidade).

Em junho de 1520, Lutero foi excomungado por uma bula — decreto do papa que continha o seu selo oficial. Em dezembro do mesmo ano, com ousadia, ele queimou esse documento em reunião pública, à porta de Wittenberg, diante de uma assembleia de professores, estudantes e o povo. No ano seguinte, foi intimado a comparecer ante as autoridades romanistas, em Worms. E declarou: “Irei, ainda que me cerquem tantos demônios quantas são as telhas dos telhados”.

No dia 17 de abril de 1521, Lutero apresentou-se à Dieta do Concílio Supremo, presidida pelo imperador Carlos V. Para escapar da morte, teria de se retratar. Mas ele não faria isso, a menos que fosse desaprovado pelas próprias Escrituras. E asseverou perante todos: “Aqui estou. Não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém”.

Considerado herege, ao regressar à sua cidade Lutero foi cercado e levado por soldados ao castelo de Wartzburg, na Turíngia, onde ficaria “guardado”. Ali, ele traduziu o Novo Testamento para o alemão, obra que, por si só, o teria imortalizado. Ao regressar a Wittenberg, reassumiu a direção do movimento a favor da Igreja Reformada, e a partir daí os princípios da Reforma Protestante se espalharam por toda a Europa, com ajuda de homens de valor, como Ulrico Zuínglio, João Calvino, Jacques Lefevre, João Tyndale, Tomás Cranmer, João Knox, etc.

Assim como muitos teólogos estão fazendo hoje, os católicos romanos haviam substituído a autoridade da Bíblia pela autoridade da igreja. Eles ensinavam que a igreja era infalível e que a autoridade da Bíblia procedia da tradição. Os reformadores afirmavam que as Escrituras eram a sua regra de fé, de prática e de viver, e que não se devia aceitar nenhuma doutrina que não fosse ensinada por elas.

A Reforma devolveu ao povo a Bíblia que se havia perdido, passando a considerá-la a fonte primária de autoridade. Nesses tempos difíceis, em que muitos estão brincando com o pecado e até com festas satânicas, quantos cristãos sérios estão dispostos a protestar contra as heresias verificadas entre nós (2 Pe 2.1; At 20.28), à semelhança de Lutero?

Resultado de imagem para halloween  ciro sanchesPr. Ciro Sanches Zibordi, Casado com Luciana e pai de Júlia. Pastor na Assembleia de Deus da Ilha da Conceição, em Niterói-RJ; pregador do Evangelho, professor de Hermenêutica, Exegese e Teologia Sistemática, autor e articulista. Formação: Teologia (Faculdade Evangélica de São Paulo-SP); Português-Francês (Universidade Federal Fluminense-RJ); Relações Internacionais (Universidade La Salle-RJ). Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e da Casa de Letras Emílio Conde; colunista do CPAD News; articulista do Mensageiro da Paz (CPAD); autor dos livros: Erros que os Pregadores Devem Evitar (bestseller; série de 3 volumes); Procuram-se Pregadores como Paulo; Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria; Erros que os Adoradores Devem Evitar, etc.; coautor de Teologia Sistemática Pentecostal, todos da CPAD. Pastoreou congregações na AD do Ministério do Belém-SP e foi copastor da AD Cordovil-RJ; atuou na CPAD (RJ) como gerente de TI e editor (2001-2008). Contato: ciro.zibordi@me.com; http://www.facebook.com/ciro.zibordi; http://www.twitter.com/cirozibordi.
fonte  http://cirozibordi.blogspot.com.br/2012/10/halloween-nao-e-apenas-uma-brincadeira.html  acesso 28/10/2016

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Certeza

William MacDonald
É possível uma pessoa saber que é salva e que vai para o céu?
Em resposta a esta pergunta, devemos primeiramente observar que, se a salvação fosse por meio das obras, tal certeza seria impossível. Uma pessoa nunca poderia estar completamente certa de ter realizado boas obras suficientes ou o tipo correto de boas obras. Além disso, se sua salvação dependesse da continuidade de uma vida perfeita, ela nunca poderia ter certeza de que continuaria a satisfazer esse requisito.
Aqueles que crêem que a salvação é dependente de seu caráter pessoal ou das boas obras invariavelmente traem esse fato através de sua fala. Você pergunta a um homem: “Você é salvo?” E é provável que ele responda: “Estou me esforçando para ser”. Em outras palavras, ele espera fazer o que for necessário para merecer a salvação, e nãorecebê-la como um presente.
Você pergunta a outro homem: “Você vai para o céu?” E ele responde: “Só vou saber quando eu morrer”. Ele tem a idéia de que Deus, naquela hora, vai pesar suas boas e más ações, e que seu destino dependerá de quais ações forem mais pesadas.
Você pergunta a um terceiro homem, e ele responde: “Espero que sim”. Ou “Acho que sim”. Ou ainda “Sou tão bom quanto os outros”. Todas estas respostas indicam que ele está tentando fazer por merecer a aprovação de Deus, mas nunca tem certeza de nada.
Entretanto, como a salvação é pela graça, é possível saber com total certeza quando se é salvo.
“Essa é a razão por que provém da fé, para que seja segundo a graça, a fim de que seja firme a promessa para toda a descendência” (Rm 4.16a).
A única maneira através da qual Deus pôde planejar uma CERTEZA de salvação para a humanidade foi pela graça, mediante a fé.
Salvação pela graça significa que tudo depende de Deus e nada depende do homem. Quando tudo depende de Deus, não há possibilidade de fracasso.
Salvação pela graça significa que a vida eterna é um presente, é um dom. Uma pessoa sabe quando aceita um presente. Não há lugar para dúvidas.
A salvação pela graça baseia-se na obra consumada de Cristo. Como Ele completou Sua obra plenamente, o homem não precisa fazê-lo. O homem simplesmente aceita aquilo que Cristo fez por ele.
Como a salvação é pela graça, é possível saber com total certeza quando se é salvo.
Paulo sabia que era salvo. Ele disse:“Porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2 Tm 1.12)(ver Tito 3.5).
Os crentes de Éfeso sabiam que eram salvos, pois Paulo escreveu a eles: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).
Na verdade, todos os crentes destinatários das cartas do Novo Testamento são mencionados como aqueles que já haviam sido salvos e que sabiam disso.
Aos que mantêm suas convicções de que a salvação está de certa forma ligada a boas obras, parece presunção quando um cristão diz que é salvo. De fato, se a salvação dependesse, mesmo que em um grau mínimo, do que o homem é ou do que faz, então seria mesmo uma indescritível presunção ele afirmar ter a vida eterna.
Mas, como a salvação é pela graça, não há nenhuma presunção envolvida nisso. Dwight L. Moody entendeu isso quando disse: “Não me envergonho de dizer que sou um homem convertido; não há nisso nenhum crédito a mim mesmo!”
Os que negam que se possa saber se é salvo, ou não, são os verdadeiros culpados de presunção. Eles têm a presunção de contradizer a Deus. Ele diz que é possívelsabermos (1 Jo 5.13). Eles dizem que não. Portanto, eles chamam Deus de mentiroso (1 Jo 5.10).
Mas como, então, um cristão sabe que tem a vida eterna? Como ele pode ter certeza que é salvo?
A resposta na forma mais breve possível é que a certeza da salvação vem através da Palavra escrita de Deus.
Quando Deus planejou o Evangelho da graça, Ele queria que aqueles que confiassem em Seu Filho soubessem, sem sombra de dúvida, que haviam passado da morte para a vida. Como Ele poderia atingir esse objetivo da melhor maneira? Qual seria a coisa mais certa, no Universo, sobre a qual poderia ser baseada a certeza da salvação?
O que proporciona mais certeza em todo o Universo é a própria Palavra de Deus. Ela diz uma coisa, então isso deve ser verdade. Não há possibilidade de erro, nem de falha, nem de engano. Os céus e a terra passarão, mas a Palavra de Deus nunca passará (Mc 13.31). Ela está firmada para sempre. Não há nenhuma possibilidade de engano quando se crê em Deus. É impossível nos decepcionarmos por confiar nEle.
Portanto, Deus determinou outorgar-nos a certeza por meio de Sua própria Palavra, a Bíblia. Nas Escrituras, Ele nos legou um testemunho garantindo de que todo aquele que crê no Nome do Filho de Deus tem a vida eterna.
“Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 Jo 5.13).
Em outras palavras, a Bíblia foi escrita por Deus para que todos os que crêem em Cristo possam saber que são salvos.
Se você confia em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, então pode saber que tem a vida eterna. Como você pode saber? Porque Deus fala isso em Sua Palavra. Nada poderia haver mais certeza que isso.
A Bíblia foi escrita por Deus para que todos os que crêem em Cristo possam saber que são salvos.
O problema com muitas pessoas é que elas preferem depender de seus sentimentos para saber se são salvas. Elas acham que, quando confiam em Cristo, vão experimentar sentimentos misteriosos e emocionais. Elas acham que passará uma sensação de calor por seu corpo, como ondas. Elas esperam algo como impulsos elétricos que farão tocar os sininhos da alegria. Quando esses fenômenos não ocorrem, essas pobres pessoas concluem que não são salvas.
Elas deveriam entender que a Bíblia nunca fala sobre sentir-se salvo. Elas estão procurando algo que Deus nunca prometeu.
Elas deveriam entender que os sentimentos são um guia não confiável, do qual não podemos depender. Eles variam de uma hora para outra. A certeza da salvação baseada em um fundamento tão incerto não seria digna de ter tal nome.
Essas pessoas deveriam entender que, como disse o Dr. Scofield: “A justificação ocorre na mente de Deus e não no sistema nervoso do crente”. É um fato que fica estabelecido no céu e não um sentimento que é estimulado no corpo.
Logicamente, é verdade que sentimentos de alegria freqüentemente acompanham a conversão de uma pessoa. Quem não se sentiria feliz em saber que é salvo? Mas o fato é que sentimentos de felicidade não nos asseguram que somos salvos. Pelo contrário, é o conhecimento de que estamos salvos, baseados na imutável Palavra de Deus, que nos faz sentir alegria.r
O ladrão na hora da morte não soube que estava salvo por causa de seus sentimentos de felicidade. O corpo dele estava destruído pela dor. Ele soube que estava salvo porque ouviu Cristo dizer: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43).Em outras palavras, ele baseou sua certeza na Palavra do Senhor.
A única diferença dos cristãos de hoje é que eles não ouvem a voz de Deus de modo audível; em nossa época Deus nos dá a certeza por meio de Sua Palavra escrita, a Bíblia.
Logicamente, a Palavra de Deus não é o único meio de termos certeza. À medida que crescemos na vida cristã, vamos obtendo a certeza através:
  1. Amor por nossos irmãos em Cristo (1 Jo 3.14).
  2. Um novo ódio pelo pecado (Mt 6.13).
  3. Um novo amor pela santidade (1 Jo 2.3).
  4. Uma sede pela Palavra de Deus (1 Pe 2.2).
  5. Uma consciência da direção de Deus, etc. (Rm 8.14).
No momento em que confiamos no Senhor Jesus, podemos saber que estamos salvos porque é isso que a Bíblia nos diz. (William MacDonald — http://www.chamada.com.br)
William MacDonald (7/1/1917 – 25/12/2007) viveu na California–EUA, onde desenvolveu seu ministério. Sua ênfase era de ressaltar com clareza e objetividade os ensinamentos bíblicos para a vida cristã, tanto nas suas pregações como através de mais de oitenta livros que escreveu.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Quem é você?


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Ele continuou: “Estou partindo, e vocês vão me procurar, mas estão perdendo Deus ao fazer isso, entrando num beco sem saída. Vocês não poderão ir comigo”. Os judeus se perguntavam: “Será que ele vai se matar? Foi isso que ele quis dizer quando falou: ‘Vocês não podem vir comigo?’” […] Eles perguntaram: “Então, quem é você?”. Jesus respondeu: “O que tenho dito desde o princípio? Tenho coisas a dizer que os deixarão preocupados, julgamentos que irão afetá-los, mas, se vocês não aceitam a veracidade daquele que ordenou minhas palavras e atos, nada disso importa. Portanto, vocês estão questionando não a mim, mas aquele que me enviou”. Eles ainda não haviam entendido que ele se referia ao Pai. Então, Jesus tentou de novo: “Quando vocês levantarem o Filho do Homem, então vão saber quem eu sou, que não estou inventando nada, mas falando apenas aquilo que o Pai me comunicou. Aquele que me enviou permanece comigo. Ele não me abandona. Ele vê a alegria que tenho em agradar-lhe”. (João 8.21-29)
A verdade, a realidade que está na base de toda a aparência, não é tanto fruto de nosso intelecto quanto o é de nossa obediência (“permanecerem na minha palavra”) em um relacionamento pessoal com Jesus. Não a encontramos lendo livros ou trabalhando em laboratórios, mas quando seguimos a Jesus.
Em que sentido você não está livre?
Liberta-me, ó Cristo, de superstições que confundem minha mente, da falsa informação que me desvia da obediência, da ignorância que finge ser fé, para que eu possa correr livremente no caminho de teus mandamentos. Amém.
>> Retirado de Um Ano com Jesus [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O que é Circuncisão?

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circuncisão foi instituída por Deus nos tempos de Abraão. Era feita em uma cerimônia onde era cortada a pele que cobre a cabeça do órgão genital masculino, também chamada de prepúcio. Algo bem parecido com a cirurgia de fimose realizada em nossos tempos (veja a foto abaixo de como é a cirurgia de circuncisão). Era realizada nos meninos ao oitavo dia de vida: “O que tem oito dias será circuncidado entre vós, todo macho nas vossas gerações…” (Gn 17.12).

Circuncisão é uma operação cirúrgica que remove o prepúcio, uma pele que cobre a glande do pênis, É um termo oriundo do latim, que significa cortar ao redor. A cirurgia de circuncisão é realizada há mais de 5 mil anos, muito por motivos religiosos, como muçulmanos e judeus.

Qual era o significado da circuncisão?

Seu significado era bem mais profundo do que simplesmente um corte visível feito na carne. A circuncisão mostrava que aquela criança fazia parte da aliança de Deus feita com o povo de Israel. É claro que não era apenas o corte na carne que fazia com que a criança, e mais tarde o adulto, fosse alguém que andava na presença de Deus. Era necessário obediência às leis do Senhor para que, efetivamente, a circuncisão tivesse realmente valor (Romanos 2:25).

A circuncisão também era realizada nos escravos que não tinham o sangue Israelita, mas que faziam parte do povo. “todo macho nas vossas gerações, tanto o escravo nascido em casa como o comprado a qualquer estrangeiro, que não for da tua estirpe. Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua.” (Gn 17. 12-13)
No Novo Testamento, a palavra circuncisão também era usada para apontar para aqueles que eram Israelitas (Atos 10:45). O termo, porém, ganha um significado mais profundo nas cartas de Paulo, onde ele introduz o conceito de “circuncisão do coração”, que significa uma conversão genuína, baseada na fé e na obediência a Jesus Cristo. Deus não requer mais de nós um sinal feito na carne, mas sim um sinal feito no nosso coração.
“Pelo contrário, o verdadeiro judeu é aquele que é judeu por dentro, aquele que tem o coração circuncidado; e isso é uma coisa que o Espírito de Deus faz e que a lei escrita não pode fazer…” (Rm 2. 29 – NTLH)

Por que hoje em dia as igrejas não fazem mais a circuncisão?

A circuncisão não é mais feita hoje em dia, pois esse sinal da aliança de Deus foi mudado por Jesus. Jesus instituiu o batismo em lugar da circuncisão. Era esse sinal que deveria ser feito nos discípulos a partir da morte de Jesus, na nova aliança: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

fonte:https://www.esbocandoideias.com/2010/11/o-que-significa-circuncisao.html    acesso 03/10/2016

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Quem dirige seus passos?

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"Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos." Jeremias 10.23

Não devemos determinar nossos próprios passos, mas, sim, nos deixar levar pelo ritmo do Senhor – devemos nos determinar pela Sua maneira de andar. O andar de Deus se cumpre num caminho bem definido. Jesus seguiu por esse caminho com Seu Pai. Mas este andar com Deus vai contra a nossa vontade, contra a nossa natureza, contra os nossos planos. Amizade com Deus significa inimizade contra a carne. Existem muitas pessoas que querem seguir ao Senhor, e talvez até deixam sua profissão, mas, apesar disso, andam como eles mesmos querem, e não da maneira como Jesus andou. O desejo de andar com Deus não está em nós naturalmente, pois esse andar começa no Calvário. Só ali, onde você se entrega totalmente a Deus, onde você permanece na morte de Jesus, você começa a andar como Ele andou. Somente quando o seu velho homem desaparecer na morte do Senhor Jesus é que o novo homem é capaz de andar com Deus. Pois a nova ligação com Ele começa onde a velha vida morreu: "...logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." Só então começa o novo andar com o Deus vivo!     Fonte: chamada.com.br

sábado, 17 de setembro de 2016

A Grande Tribulação


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  A Grande Tribulação é o período de transição entre a Dispensação da Igreja e o Milênio. É um período de angústias e sofrimentos sem precedentes na história. Há quatro passagens clássicas sobre a Grande Tribulação nas Escrituras: Jr 30.7, Dn 12.1, Jl 2.2, Mt 24.21, e a passagem paralela em Mc 13.19. Os profetas e apóstolos falaram muito desse período, denominado-o de "Dia do Senhor" (Is 13.6, 9; Ez 13.5; Jl 1.15; 2.1; Am 5.18, 20; Zc 14.1; Ml 4.5; 1 Ts 5.2; 2 Ts 2.2; 2 Pd 3.10). Esse período foi determinado por Deus para fazer justiça contra a rebelião dos moradores da terra e para preparar a nação de Israel para o encontro com o seu Messias (Am 4.12). 

          O texto de Mt 24.15-28 diz respeito tanto à destruição de Jerusalém em 70 d.C., por Tito, general romano, como também à Grande Tribulação. Muitas coisas dessas profecias se cumpriram, estão registradas na história como prova da autenticidade e da inspiração divina dos evangelhos e da autoridade de Jesus. Isto é uma garantia do cumprimento dessas profecias no que diz respeito à Grande Tribulação e demais coisas relacionadas com a escatologia. Deus deixou a prova disto tudo na história para que ninguém possa duvidar da sua Palavra.             

          "Aflição tal qual nunca houve desde que há nação" (Mt 24.21), esta aflição, sem precedentes na história, será universal. O castigo de Deus virá sobre todos os moradores da terra, conforme descrito no livro de Apocalipse, do capítulo 6 até o 19. Israel passará por ela (Jr 30.7; Dn 12.1; Jl 2.2). Será um período caracterizado por pragas de toda ordem e pela manifestação da trindade satânica: a besta, o anticristo e o falso profeta. Um atuará na política, outro na economia e outro na religião. O anticristo fará um concerto com a nação de Israel por uma semana de anos (Dn 9.27). Mas na metade desse período o concerto será rompido, pois os judeus descobrirão que fizeram acordo com o anticristo. Só a partir daí que começa o período da angústia de Jacó (Jr 30.7). A cidade de Jerusalém será ainda tomada, por pouco tempo, pois no final da Grande Tribulação, o Senhor Jesus descerá para livrar seu povo (Zc 14.2-4).               

          Cristo não virá mais como uma criança indefesa, nascendo numa manjedoura para viver neste mundo entre os homens (Hb 9.28). Isso já aconteceu. Ele virá buscar o seu povo (1 Ts 4.14-17) e, depois dos sete anos da Grande Tribulação, virá para por fim a batalha do Armagedom (Ap 16.16), para julgar as nações (Jl 3.12-14; Mt 25.31-46), destruir o anticristo com o sopro de suas narinas (2 Ts 2.8) e aprisionar a besta e o falso profeta (Ap 19.20).

Fonte http://www.adjundiai.org.br/mensagens.php?destaque=276 acesso 17/09/2016 11:50